julho 03, 2020

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Auxílio Emergencial deve ter pelo menos mais uma parcela

Auxílio Emergencial deve ter pelo menos mais uma parcela

O Governo Federal estuda estender o auxílio emergencial de R$ 600 para a quarta parcela. A informação foi dada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na sua live semanal, na noite de quinta-feira (28/5). O valor, porém, deve ser reduzido. 

“Nós já estudamos uma quarta parcela com o Paulo Guedes. Está definindo o valor, para ter uma transição gradativa e que a gente espera que a economia volte a funcionar”, afirmou o presidente ao lado do presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães. 

O discurso já havia sido reverberado pelo Ministro da Economia, Paulo Guedes. Há pouco mais de uma semana, afirmou que estava avaliando a decisão de prorrogar o Auxílio Emergencial, mas por um ou dois meses e com um valor menor: R$ 200. 

O auxílio emergencial prevê o pagamento de três parcelas de R$ 600 para trabalhadores informais, integrantes do Bolsa Família e pessoas de baixa renda. De acordo com a Caixa Econômica Federal, cerca de 59 milhões de pessoas já receberam o benefício.

Cada parcela do auxílio emergencial custa aos cofres públicas cerca de R$ 48 bilhões. Bolsonaro disse que, após a pandemia da Covid-19, uma das prioridades do governo na área econômica será a retomada do projeto da chamada Carteira de Trabalho Verde e Amarela, programa que flexibiliza direitos trabalhistas como forma de facilitar contratações. Segundo o presidente, o assunto está sendo tratado com o ministro da Economia.

“O Paulo Guedes quer dar uma flexibilizada para facilitar a empregabilidade. A gente vai precisar disso, não adianta falar que tem todos o direitos e não ter emprego pela frente. Só tem uma maneira: desonerar, descomplicar, simplificar a questão trabalhista”, afirmou.

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