novembro 25, 2020

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Ficar em 13º colocação custou mais de R$ 3,1 bilhões ao Brasil

Ficar em 13º colocação custou mais de R$ 3,1 bilhões ao Brasil

Para fazer bonito enquanto país-sede, o Brasil investiu como nunca em sua preparação esportiva. De acordo com um levantamento do UOL Esporte, foram pelo menos R$ 3,19 bilhões de verba pública em estrutura de instalações dos atletas, capacitação de profissionais, logística e salários de atletas ao longo do caminho até a Rio-2016, cerca de 50% a mais do que feito para Londres-2012. O resultado, porém, não acompanha a evolução.

Na comparação com a última Olimpíada, o país terminou com apenas duas medalha a mais. O Brasil subiu 19 vezes ao pódio. Em Londres, quando o Governo Federal colocou R$ 2,1 bilhões no esporte olímpico, foram 17 pódios. Quanto custou preparar os nossos atletas.

O Ministério do Esporte, com o plano Brasil Medalhas e convênios diretos com confederações, é o maior “patrocinador” da delegação. Foram R$ 702,53 milhões em estrutura de instalações para os atletas, R$ 223,18 milhões em logística e preparação e 272,4 milhões pelos programas Bolsa Atleta e Bolsa Pódio, que garantem salários mensais aos atletas.

O total dos investimentos da pasta é de R$ 1,19 bilhão, valor que considera toda a preparação para o atual ciclo olímpico e investimentos em infraestrutura que começaram a ser feitos em 2010, quando o Brasil soube que sediaria os Jogos. A Lei Piva, que destina dinheiro das loterias, distribuiu R$ 985,05 milhões; as estatais, com patrocínios diretos a confederações e atletas, somaram R$ 791,7 milhões; e as Forças Armadas, juntando salários e infraestrutura, aportaram R$ 217 milhões.

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