setembro 19, 2021

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Prefeitura apura denúncia de contaminação em lagoa artificial de Condomínio

Prefeitura apura denúncia de contaminação em lagoa artificial de Condomínio

A Prefeitura de Lauro de Freitas, através da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMARH) realizou nesta sexta-feira (05), uma vistoria na lagoa artificial do Condomínio Reserva da Lagoa, localizado no final de linha do Centro. De acordo com denúncias recebidas através das redes sociais, o local estaria sendo prejudicado por lançamento de efluentes oriundos das obras da MRV, empreendimento Solar de Vilas. Equipes do Departamento de Controle, Fiscalização e Licenciamento Ambiental da SEMARH estiveram no local para verificar as reais condições
Ao percorrer as margens da lagoa artificial, os profissionais constataram a presença de uma espuma sobre a superfície da água, um banco de sedimentos e uma coloração da água “barrenta”, possivelmente originadas do arrasto de resíduos da drenagem. Porém não foram identificados odores relacionados a esgotamento sanitário. Após esta vistoria, os técnicos também estiveram no canteiro de obras do empreendimento da MRV, acompanhados de moradores, sindico e subsíndico do condomínio. No local, receberam explicações dos engenheiros responsáveis pelo empreendimento e esclarecerem dúvidas
O secretário Municipal de Meio Ambiente, Alexandre Marques, também fez questão de conferir de perto a situação da lagoa. Solicitou medidas aos coordenadores da obra para a mais breve solução do problema. De acordo com ele, trata-se da drenagem de água acumulada de uma lagoa artificial localizada na área de implantação de um parque público, decorrente de compensação do empreendimento Solar de Vilas da construtora MRV. Quanto à coloração “barrenta” da água na lagoa, ele explica que atribui-se ao arrasto e mistura de partículas sólidas do solo durante a drenagem.
Com base neste levantamento técnico, o secretário estabeleceu o prazo máximo do dia 08/02 para início das ações resolutivas. “Nosso objetivo é sanar o problema e evitar maiores transtornos no futuro. Por isso, solicitamos que a empresa responsável realize uma análise técnica-química em três pontos distintos. Além disso, pedimos que seja feita a remoção do banco de sedimentos formado na saída da drenagem, limpeza e remoção imediata dos resíduos na margem da lagoa”, disse.

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