“Quantos mais opções de nomes tivermos, melhor”, diz Éden sobre vice de Geraldo

 “Quantos mais opções de nomes tivermos, melhor”, diz Éden sobre vice de Geraldo

Presidente do PT Bahia considera que não há clima de disputa, mas de tentar encontrar o melhor perfil e quem melhor ajudaria na chapa

O esperado anúncio do pré-candidato ou candidata a vice-prefeito ou a prefeita de Salvador na chapa de Geraldo Júnior, vice-governador e pré-candidato da base aliada do governador Jerônimo Rodrigues à Prefeitura de Salvador, tem movimentado o cenário político na capital baiana, sobretudo após o Carnaval. Diversos nomes surgem como possíveis cotados para desempenhar a tarefa ao lado de Geraldo de vencer as eleições em Salvador. Em entrevista à TV Band, nesta quinta-feira, 15, o presidente do PT Bahia, Éden Valadares, elogiou os nomes até agora colocados e disse que o grande número de postulantes é muito positivo para o processo da escolha.

O presidente disse que durante o Carnaval não conversou com o governador sobre a escolha do ou da vice. “Conversei com muitos atores, com muitos personagens. É claro que a gente vai ali sempre tateando e tentando entender as opiniões. E há um processo de consolidação de que o ideal, talvez, por Geraldo ser um político de um partido mais de centro, é que a esquerda ocupe a vice para, como diz Wagner, fazer o que a gente chama da junção dos azuis com os vermelhos. Essa é uma tendência, mas não é uma coisa definida”.

Éden revelou ter conversado com a “esquerda toda” e disse que percebe que já há uma quantidade maior de nomes disponíveis para vice do que antes do Carnaval. “Me parece que no Carnaval mais companheiros e companheiras têm se colocado à disposição, pelo menos insinuaram isso, o que é um bom problema porque quanto mais nomes tivermos para escalar para o treinador Jerônimo, é melhor”, destacou.

O dirigente estadual disse ainda que “as bilaterais, que vou chamar assim, que não são bilaterais formais dos partidos, mas entre os atores, entre os companheiros, entre as lideranças, no Carnaval fluiu bem. Acho que não é um clima de disputa, mas de tentar encontrar o melhor perfil e quem melhor ajudaria na chapa, que penso eu, pela unidade do grupo pelo momento que a política da Bahia e do Brasil vive será uma eleição muito disputada. Já de saída, o grupo do prefeito contra nosso grupo que aqui em Salvador é oposição, mas que é Governo da Bahia e que é Governo Federal já desenha uma eleição mais disputada do que foi as anteriores”, concluiu.

 

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