“Tô aguardando, tenho participado pouco por conta do tempo”, diz Jerônimo sobre PED 2025 do PT Bahia que falou também sobre eleição da 1ª vice na ALBA

Governador da Bahia defende unidade no PT e espera “nome de consenso” para 1ª vice-presidência da Assembleia Legislativa
Nesta quarta-feira (02), o governador Jerônimo Rodrigues (PT) falou sobre os preparativos para o Processo de Eleições Diretas (PED) 2025 do PT Bahia e a disputa pela 1ª vice-presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). Em tom de expectativa, o petista destacou a importância da democracia interna no partido, mas admitiu que tem participado menos das reuniões devido à agenda apertada.
“Tô aguardando, tenho participado pouco por conta do tempo, as reuniões estão acontecendo. Eu me orgulho muito de participar, de ser filiado a um partido que tem essa democracia interna”, afirmou Jerônimo.
O governador reconheceu que há divergências, mas defendeu a união em torno de um nome forte para as eleições de 2026, que incluirão disputas para deputado estadual, federal, governador, senador e presidente da República.
“Tenho muita confiança no meu partido, tenho certeza que nós chegaremos ao nome”, declarou.
Sobre a ALBA – eleição da 1ª vice:
Jerônimo também comentou a eleição para a 1ª vice-presidência da ALBA, reforçando que espera um “nome de consenso” para evitar divisões. Ele lembrou que, na recente escolha do presidente da Casa, o PSD – partido com maior bancada – manteve o comando após um acordo com o PT.
“Quando a gente percebeu que poderia correr um risco, nós garantimos, conversando com o PT, que tivesse retaguarda para que, se houvesse alguma coisa com o deputado Adolfo [como aconteceu], o PSD continuasse na direção”, explicou.
Agora, com a definição da vice, Jerônimo espera que a “maturidade da Assembleia” prevaleça: “Não pode ser o foco maior, a disputa. Não existe clima para uma disputa de concepção – é um nome que vai fortalecer aquela casa”.
PED 2025 do PT:
Jerônim admitiu que “é difícil” alcançar total união no PT devido às diferentes tendências internas, mas defendeu que a maioria se una em torno de um projeto.
“Quando eu digo unidade, é que mesmo que tenha dois, três candidatos, o grupo maior se unifica em torno de um nome. Espero que seja um nome que incorpore, que dialogue bem com as tendências e com os prefeitos”, afirmou, reiterando que o seu estilo é buscar unidade”
Encerrando, o governador reafirmou seu perfil conciliador: “Estou aguardando, vocês já me conhecem. Meu estilo é querer unidade. Eu não quero gastar energia dentro do partido, quero gastar energia depois para fortalecer o PT na Bahia”.