“Vamos trabalhar para dobrar o número de prefeituras”, afirma presidente do PT Bahia

 “Vamos trabalhar para dobrar o número de prefeituras”, afirma presidente do PT Bahia

O presidente do Partido dos Trabalhadores da Bahia, Éden Valadares, afirmou, nesta quarta-feira (10), que a legenda vem trabalhando para duplicar o número de gestores petistas nas prefeituras municipais do estado nas eleições municipais deste ano, para levar o modo petista de governar e o projeto de desenvolvimento e inclusão social do governador Jerônimo Rodrigues e do presidente Lula para cidades onde o partido tem candidaturas majoritárias. “Vamos trabalhar para dobrar o número de prefeituras”, destacou o presidente, em entrevista ao programa Boa Tarde Bahia, da TV Band.

Com as novas 17 filiações de gestores desde o ano passado, o PT conta atualmente com 49 prefeitos e prefeitos e terá, no pleito de 2024, quase 200 pré-candidaturas a prefeito e a prefeita na Bahia. Éden reforçou que todas as cidades, sejam elas pequenas, médias ou grandes, terão igual atenção e dedicação total do PT, mas explicou que existem diferenças nas formas de fazer campanha nas pequenas, médias e grandes cidades, usando, como exemplo, a estrutura e os meios de comunicação locais.

“A prioridade do PT é fazer Lula e Jerônimo vencer as eleições em todas as cidades da Bahia, essa é a prioridade do PT. Nós vamos trabalhar para que Lula consiga alargar ainda mais a sua base, reconstruir o Brasil e seguir transformando a Bahia. Eleição municipal é uma etapa dessa prioridade. Onde o PT tiver capacidade de competir, de disputar para valer, vamos apresentar uma candidatura do 13, mas onde um aliado tiver melhores condições de derrotar a volta de Bolsonaro ou de ACM Neto, eu, o presidente, vou chamar a direção local do PT sobre esse apoio, onde é possível, claro”, explicou o presidente.

O dirigente estadual se mostra otimista com o maior número de vitórias de prefeitos nas cidades baianas neste ano em relação às duas últimas eleição municipais devido ao cenário desfavorável nos últimos pleitos municipais. “2016 e 2020 foram dois anos difíceis para a disputa do PT, seja pelo golpe que a presidente Dilma foi vítima, que já se revelou uma farsa, seja pelo processo perseguição, condenação, prisão ilegal e impedimento o do presidente Lula disputar, seja pela vitória da extrema direita pelo ex-presidente Jair Bolsonaro”, explicou.

 

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