Durante caminhada realizada nesta sexta-feira (18), no bairro de Itinga, ACM Neto afirmou que, caso seja eleito governador da Bahia, manterá uma relação de parceria com a prefeita Débora Regis para atender às principais necessidades de Lauro de Freitas.
“Vou chamar Débora e dizer: ‘Minha amiga, peça o que quiser para a sua cidade, que o governo vai atender’”, declarou.
Neto reconheceu que o estado enfrenta desafios em diversas áreas e citou a necessidade de investimentos em educação, geração de emprego e oportunidades para a juventude. Ele também defendeu a manutenção do programa Pé-de-Meia e a ampliação do Bolsa Presença.
Apesar das diferentes demandas, o candidato afirmou que duas áreas receberão atenção especial em uma eventual gestão: a segurança pública e a saúde.
“Existem duas coisas que hoje são prioridades absolutas para a Bahia e para Lauro de Freitas. Vou me dedicar pessoalmente a cuidar da segurança pública e da saúde pública em nosso estado”, garantiu.
Ao abordar a violência, ACM Neto criticou o governo de Jerônimo Rodrigues e afirmou que as promessas feitas para a área da segurança não foram cumpridas. Segundo o candidato, o momento exige soluções concretas para enfrentar o avanço das organizações criminosas.
“O problema nós já sabemos qual é. O que precisamos agora é buscar a solução. Há quatro anos, Jerônimo disse que cuidaria da segurança e protegeria a vida dos baianos. Infelizmente, não é isso que acontece”, criticou.
Neto também citou os índices de homicídios e afirmou que diferentes territórios baianos estariam sob o domínio de facções criminosas.
“A Bahia tem cinco das dez cidades mais violentas do Brasil, é campeã nacional em número de homicídios e possui vários territórios dominados por facções”, afirmou.
Ao encerrar, ACM Neto disse que pretende reorganizar as forças policiais, melhorar as condições de trabalho dos agentes de segurança, estabelecer metas e cobrar resultados.
“Quero ser governador para encarar o problema e apresentar a solução. Quero organizar nossa polícia, dar condições de trabalho aos policiais, estabelecer metas, cobrar resultados e devolver, de verdade, a paz ao cidadão de bem da nossa terra”, concluiu.





