janeiro 21, 2021

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Com quase dois mil novos casos, Bahia passa dos 365 mil registros de Covid-19 desde início da pandemia

Com quase dois mil novos casos, Bahia passa dos 365 mil registros de Covid-19 desde início da pandemia

A Bahia registrou 1.955 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas e, com isso, chegou aos 365.941 registros da doença desde que decretada a pandemia. Os dados foram divulgados pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), nesta terça-feira (10/11).

Do total de confirmações, 351.993 já são considerados recuperados e 6.110 encontram-se com o vírus ativo. Além disso, 29.625 são referentes a profissionais da saúde.

Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.

Os casos confirmados ocorreram em todos os 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (25,64%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100 mil habitantes foram: Ibirataia (8.947,23), Itabuna ((6.668,61), Almadina (6.661,79), Aiquara (6.567,70) e Madre de Deus (6.532,97).

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 752.871 casos descartados e 87.213 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17h desta terça-feira (10/11).

ÓBITOS

Ainda conforme o boletim da Sesab, 20 óbitos –  ocorridos em diversas datas – foram registrados nas últimas 24 horas. Assim, 7.838 pessoas morreram em decorrência da doença, no estado. A secretaria explica que a existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.

Dentre os óbitos, 56,03% ocorreram no sexo masculino e 43,97% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,31% corresponderam a parda, seguidos por branca com 18,09%, preta com 14,99%, amarela com 0,74%, indígena com 0,10% e não há informação em 11,76% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 71,83%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (74,55%).

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