dezembro 18, 2018

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Coronel entra em campo para conseguir candidatura única à presidência da AL-BA

Coronel entra em campo para conseguir candidatura única à presidência da AL-BA
Com quatro candidatos da base aliada disputando a presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), o atual comandante da Casa, Angelo Coronel (PSD) deve acatar os conselhos do seu correligionário, o senador Otto Alencar, e assumir a condução da sua sucessão.
 
De acordo com informações obtidas, uma reunião na próxima terça-feira (27) entre Coronel e os candidatos Alex Lima (PSB), Nelson Leal (PP), Adolfo Menezes (PSD) e Rosemberg Pinto (PT) vai tentar colocar um ponto final no bate-chapa. No encontro, ele deve propor consenso em torno de uma candidatura única pela presidência da Casa.
 
Na sexta (23), Rosemberg indicou que vai retirar sua candidatura, mas só deve fazer o anúncio oficial na terça. Na base aliada, a avaliação é de que a disputa vai se polarizar entre Adolfo e Nelson, nomes mais competitivos entre os quatro. Na reunião de terça, Coronel deve medir qual dos dois reúne condições para angariar apoios de Alex e Rosemberg. A avaliação é de que, mesmo com 19 apoios anunciados, Nelson ainda não venceu a eleição. E aí é que os votos dos outros dois deputados e seus respectivos partidos vão fazer diferença nessa história.

Segundo o apurado pela reportagem, a iniciativa de Nelson de anunciar 19 apoios antes da volta do governador Rui Costa do exterior irritou outros partidos da base. Eles reclamam que o pepista avançou o sinal. Por isso, os outros dois candidatos devem se aliar a Rosemberg.

Caso consiga os apoios da dupla e, consequentemente, dos seus partidos, Adolfo chegaria a 23 votos (10 do PT, 9 do PSD e 4 do PSB), ultrapassando Nelson. Há avaliação, ainda, de que os apoios do novato João Isidorio (PDT), que deve retirar sua candidatura à presidência, e de Jânio Natal (Podemos) iriam para o parlamentar, o que o levaria a 25 votos. Neste cenário, o esforço da reunião seria demover da candidatura aquele que tivesse com menor número de apoios, para evitar racha na base. Caso não haja consenso, ficaria com a bancada de oposição a incumbência de decidir a eleição, que deve votar junta. 
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