setembro 23, 2019

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Em meio à campanha de vacinação, Salvador registra 9ª morte por gripe H1N1

Em meio à campanha de vacinação, Salvador registra 9ª morte por gripe H1N1

Em meio à campanha de vacinação contra a gripe, que será finalizada em 31 de maio, Salvador registrou mais uma morte por infecção do vírus tipo H1N1. O óbito foi confirmado na manhã desta sexta-feira (24). A vítima foi um idoso de 69 anos, morador do bairro de Brotas, que fazia parte do grupo de risco e não chegou a ser vacinado.

Com o episódio, sobe para nove o número de mortes por influenza registradas no município em 2019, sete delas apenas no mês de maio. Esse ano já foram confirmados   37 casos de influenza no município, sendo 16 para os subtipos H1N1 e H3N2, respectivamente, e 05 para influenza B.

De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde,  cerca de 150 mil pessoas que compõem o público alvo ainda precisam se proteger contra a doença no município. Iniciada no dia 10 de abril, somente 517 mil indivíduos que fazem parte da população elegível receberam a dose da vacina na capital baiana, número que corresponde a 73% de cobertura. A meta é imunizar pelo menos 90% do público, conforme preconiza o Ministério da Saúde.

“A Secretaria Municipal da Saúde tem empenhado todos os esforços para que os residentes do município se protejam contra o vírus da influenza. Durante a campanha a gestão promoveu dois Dias D, disponibilizando as doses nos sábados e em locais de grande circulação de pessoas para oportunizar o imunobiológico para quem não pode comparecer aos postos na semana. Estamos na reta final e convocamos todas as pessoas dos grupos de risco a procurarem um ponto de vacinação o quanto antes. A vacinação continua sendo a forma mais eficaz para proteger os indivíduos com maior vulnerabilidade em contrair o agravo e evoluir para complicações graves”, alertou a subcoordenadora de Doenças Imunopreveníveis, Doiane Lemos.

Até o dia 31 de maio, devem se dirigir a uma das 128 salas de vacinas espalhadas pela cidade crianças de 06 meses a menores de 06 anos (5 anos 11 meses e 29 dias), idosos à partir de 60 anos, gestantes, mulheres que tiveram filho nos últimos 45 dias, trabalhadores da saúde, portadores de doenças crônicas, professores e militares. Os portadores de comorbidades precisam apresentar prescrição médica da vacina ou relatório da doença, já os demais grupos devem apresentar documento que atestem fazer parte dos grupos prioritários como crachá, carteira de trabalho ou contra cheque, por exemplo.

A doença
Início súbito de febre, dor de cabeça, dores musculares, e nas articulações, mal-estar, dor de garganta e coriza, são alguns dos sintomas da doença. A tosse pode durar duas ou mais semanas, a febre em geral dura de três a cinco dias. “Ao perceber esses sinais é importante procurar a unidade médica, principalmente se apresentar dificuldade respiratória”, pontuou Doiane.
 
A subcoordenadora faz um alerta aos profissionais de saúde sobre a importância da notificação que deve ser feita em até 48 horas para a investigação do caso e início do uso da medicação e reversão do quadro clínico do paciente. “O trabalho não é apenas da imunização, as unidades hospitalares, os profissionais de saúde e a própria população devem estar engajados nessa causa para o bem coletivo”, completou.

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