A imprensa baiana está de luto nesta sexta-feira (18) com a morte do jornalista José Pacheco Maia Filho, aos 61 anos, em Salvador. Com uma trajetória marcada pelo jornalismo, pela comunicação institucional e pela política, Pacheco ocupou importantes funções ao longo de décadas de atuação profissional na Bahia.
O jornalista morreu após lutar contra uma leucemia nos últimos meses. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o velório e o sepultamento.
Formado em Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia (Ufba), Pacheco Maia trabalhou em veículos de comunicação e prestou assessoria a diferentes órgãos públicos. Entre os cargos que exerceu está o de assessor de imprensa da Presidência da Câmara Municipal de Salvador.
Em 2018, assumiu a Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Salvador, durante a gestão do então prefeito ACM Neto. Três anos depois, passou a comandar a Fundação Paulo Jackson, responsável pela TV ALBA e pela Rádio ALBA.
Pacheco também integrou, em 2022, a equipe de comunicação da campanha de João Roma ao Governo da Bahia. Em 2023, chegou a ser nomeado coordenador-geral de Jornalismo da Secretaria de Comunicação Social da Bahia, mas a nomeação foi posteriormente tornada sem efeito.
Além da atuação no jornalismo e na comunicação pública, Pacheco Maia dedicou-se à produção de textos e crônicas. Admirador da obra de Raul Seixas, escreveu artigos sobre diferentes aspectos da vida e da carreira do cantor e compositor baiano.
Em 2025, o jornalista também participou como mediador do projeto Café com História, promovido pela Ademi-BA para preservar as memórias do mercado imobiliário no estado.
A morte de José Pacheco Maia encerra uma trajetória de décadas dedicada à informação e à comunicação na Bahia, deixando um legado construído em redações, instituições públicas e campanhas políticas.






