O senador Jaques Wagner participou, neste domingo (26), da última plenária do Programa de Governo Participativo (PGP), realizada em Santo Antônio de Jesus, e defendeu o modelo de escuta popular adotado pelo governo estadual como ferramenta para a construção das políticas públicas. Durante o evento, o parlamentar destacou os legados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do governador Jerônimo Rodrigues, além de cobrar que o debate político na Bahia seja pautado por propostas e resultados.
Em seu discurso, Wagner afirmou que governar vai além da execução de obras e ressaltou a importância de ouvir a população para definir as prioridades da gestão.
“Somos líderes políticos. Não basta fazer obra. Obra é cimento. É preciso mostrar para a nossa gente qual é o caminho. Em tempos de ódio, nós pregamos paz e companheirismo. O governador Jerônimo tem uma equipe preparada para elaborar qualquer programa de governo, mas escutar a população é sempre superior a qualquer planejamento feito dentro de um gabinete”, declarou.
O senador também destacou o desempenho da gestão estadual e lembrou que, segundo levantamento divulgado pelo G1, Jerônimo Rodrigues aparece entre os governadores que mais cumpriram promessas de campanha no país. Wagner aproveitou para convocar a militância a defender o projeto político liderado por Lula e Jerônimo com base em dados e resultados nas áreas de saúde, educação e habitação.
Ao citar avanços dos governos petistas, ele lembrou a expansão da rede federal de ensino superior e técnico na Bahia, o programa Minha Casa, Minha Vida e os investimentos na saúde pública estadual.
“A Bahia tinha apenas uma universidade federal antes de Lula. Hoje são seis. Tínhamos apenas uma escola técnica e agora são 37, com outras oito em construção. O Minha Casa, Minha Vida caminha para alcançar três milhões de moradias entregues. Já o governador Jerônimo, em um único mandato, entregou 15 hospitais. Temos muitos resultados para apresentar à população”, afirmou.
Durante o discurso, Wagner também fez críticas à oposição e apontou problemas na estrutura da saúde administrada por alguns municípios, citando Salvador e Feira de Santana. Segundo ele, a ausência de investimentos nas redes municipais acaba sobrecarregando os hospitais estaduais de média e alta complexidade.
O senador afirmou que Salvador possui apenas dois hospitais municipais, enquanto outras capitais contam com uma estrutura maior, e destacou que Feira de Santana ainda não dispõe de hospital municipal. Para Wagner, é necessário que cada ente cumpra sua responsabilidade para que o sistema de saúde funcione de forma equilibrada, evitando que toda a demanda recaia sobre o Governo do Estado.






