A mobilização Mulheres Vivas, Basta de Feminicídio chega a Lauro de Freitas nesta quinta-feira (26), às 16h, no Largo do Caranguejo, reunindo lideranças políticas, movimentos sociais e a população em um ato público de enfrentamento à violência de gênero. A iniciativa é liderada pela deputada federal Ivoneide Caetano, que vem percorrendo cidades da Região Metropolitana com a mobilização, já realizada em Camaçari e Candeias.
A atividade busca fortalecer o debate público, ampliar a conscientização e mobilizar a sociedade na defesa da vida das mulheres, diante do crescimento dos casos de violência e feminicídio em todo o país.
Para Ivoneide Caetano, a mobilização representa um chamado coletivo à responsabilidade social e institucional no combate à violência contra as mulheres.
“Não podemos naturalizar a violência. Cada feminicídio é uma tragédia que revela falhas do Estado e da sociedade. Essa mobilização é um grito pela vida, por políticas públicas efetivas e por uma cultura de respeito que garanta que mulheres vivam sem medo”, afirmou a parlamentar.
A vereadora de Lauro de Freitas Luciana Tavares destaca que o enfrentamento ao feminicídio exige o engajamento de toda a sociedade, especialmente dos homens.
“Essa é uma luta que precisa ser travada por homens e mulheres. Chamamos os homens à responsabilidade, ao compromisso com o respeito e com a construção de relações livres de violência. O silêncio também mata, e é hora de rompermos com ele”, declarou.
Já Lula Maciel, presidente do PT de Lauro de Freitas, reforça a importância da mobilização como instrumento de conscientização e ação política.
“O combate ao feminicídio é uma tarefa urgente e coletiva. Precisamos transformar indignação em mobilização permanente, fortalecendo políticas públicas, redes de proteção e a participação popular para garantir que nenhuma mulher tenha sua vida interrompida pela violência”, pontuou.
A mobilização Mulheres Vivas, Basta de Feminicídio integra uma agenda regional de enfrentamento à violência de gênero e pretende consolidar um espaço de diálogo, denúncia e construção de estratégias que ampliem a proteção às mulheres e fortaleçam a cultura de paz.






