janeiro 21, 2021

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Ministério da Saúde não sinalizou interesse em aquisição de vacina que será comercializada pela Bahia

Ministério da Saúde não sinalizou interesse em aquisição de vacina que será comercializada pela Bahia

Em reunião com governadores na terça-feira (8), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que fará aquisição de todas as vacinas contra a Covid-19 que obtiverem registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e que está realizando memorando de entendimento com algumas farmacêuticas.

De acordo com o secretário de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), Fábio Vilas-Boas, em entrevista à TV Bahia, na manhã desta quarta-feira (9), o que mais preocupa é que não consta, até o momento, no cronograma oficial disponibilizado pelo ministério, uma sinalização de interesse para CoronaVac, que é produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, vinculado ao governo paulista, além da a russa Sputnik V.

A Bahia tem um acordo firmado de cooperação com o fundo Soberano da Rússia (RDIF) para o fornecimento de até 50 milhões de doses. O acordo permitirá que o governo, por meio da Bahiafarma, comercialize a vacina em território brasileiro. O imunizante demonstrou 92% de eficácia e está na fase final de testes.

“Há sinalização de aquisição da vacina de Oxford, AstraZeneca, Pfizer, e até daquelas que fazem parte de um consórcio de vacinas internacional que vai distribuir vacinas pelo mundo a preços mais baratos. Como já temos no Brasil a vacina que foi importada [CoronaVac] para ser envazada, colocada nos frascos em São Paulo, seria mais fácil, caso estudos comprovem eficácia, distribuir para o Brasil, assim como a vacina russa que o governo da Bahia tem acesso prioritário”, comentou. 

Um lote com insumos para produção da CoronaVac chegou ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, na semana passada. A carga de insumos servirá para a produção de 1 milhão de doses do imunizante, segundo o governador paulista João Doria (PSDB). A vacina ainda está na fase de comprovação de segurança, mas testes já comprovam 97% de eficácia. 

Bnews

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