Débora Regis defende PDDU que planeje bairros e projete Lauro de Freitas para os próximos dez anos

A prefeita de Lauro de Freitas, Débora Regis, defendeu que a construção do novo Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) considere as diferentes realidades dos bairros e estabeleça diretrizes capazes de orientar o crescimento da cidade para os próximos dez anos. A declaração foi feita nesta terça-feira (1º/9), durante a assinatura da Ordem de Serviço que autoriza o início dos trabalhos de construção e atualização do PDDU.

Durante o discurso, Débora ressaltou que o planejamento urbano não pode ficar concentrado apenas nas regiões mais conhecidas ou movimentadas do município. Para ela, localidades como Capelão e Areia Branca também precisam ocupar espaço central nas discussões sobre o futuro de Lauro de Freitas.

“Quando a gente fala, a gente só pensa aqui na macro região, Estrada do Coco, Centro de Lauro, mas a gente precisa pensar nos bairros, porque lá também é onde tudo acontece”, destacou.

A prefeita também citou a arborização como uma das características que deseja ampliar no município e relacionou a revisão do PDDU a outros instrumentos de planejamento que estão sendo desenvolvidos pela gestão, entre eles o Plano de Mobilidade.

Segundo Débora, além das grandes obras estruturantes, o planejamento precisa ter como prioridade a qualidade de vida da população. “Temos que ter o PDDU, mas precisamos cuidar das pessoas. Precisamos cuidar de gente”, afirmou.

Para a gestora, a elaboração do novo Plano Diretor representa uma responsabilidade que ultrapassa o atual mandato, já que as decisões tomadas agora terão impacto direto sobre o desenvolvimento de Lauro de Freitas e a vida de aproximadamente 221 mil habitantes.

“Nós estamos decidindo como estará a nossa cidade para os próximos dez anos. E é uma responsabilidade muito grande”, pontuou.

Débora destacou ainda que o objetivo é deixar um legado para as próximas gerações, com uma cidade mais organizada, arborizada e preparada para enfrentar desafios relacionados à mobilidade, infraestrutura, ocupação urbana e crescimento populacional.

Ao abordar a continuidade administrativa, a prefeita afirmou que os gestores passam, mas as decisões tomadas no presente permanecem na cidade. Para ela, o novo PDDU deve ser construído justamente com essa visão de longo prazo.

“O que nós estamos fazendo hoje vai se eternizar, vai ficar”, concluiu.