novembro 15, 2018

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Em Feira de Santana, Angelo Coronel se compromete no Senado com política de desenvolvimento do semi-árido

Em Feira de Santana, Angelo Coronel se compromete no Senado com política de desenvolvimento do semi-árido

Candidato diz que irá trabalhar com políticas de aplicação de tecnologia para convivência com a seca

O candidato ao Senado na Coligação MAIS TRABALHO POR TODA A BAHIA, Angelo Coronel, garantiu hoje (10.09), durante caminhada pelas ruas do centro de Feira de Santana, que irá trabalhar no Senado pelo desenvolvimento do semi-árido nordestino, com a aplicação de tecnologias que permitam que o sertanejo conviva com a seca. “Os governos Lula e Dilma instalaram 1,2 milhão de cisternas em todo País, sendo 1,1 milhão só no Nordeste. O programa ganhou, em 2017, o Prêmio de Política para o Futuro. No Senado, vou trabalhar pela ampliação desse programa, além de propor novas alternativas tecnológicas para o semi-árido. O sertanejo não precisa de ‘frentes de trabalho’, mas de oportunidades para conviver e se desenvolver mesmo com a seca”, diz Coronel.

O candidato ao Senado, pelo PSD, relembra também uma iniciativa exitosa do Exército Brasileiro, que desenvolveu tecnologia para que poços artesianos sejam movidos a energia solar. “O Sol que castiga a terra é o mesmo Sol que pode servir como fonte de energia para movimentar bombas hidráulicas e garantir o armazenamento de 10 mil litros de água em cada poço. As prefeituras reduzem suas despesas com eletricidade, passando a operação para as comunidades, que terão água de boa qualidade com baixo custo. A experiência já foi feita na Bahia, no Rio Grande do Norte e na Paraíba. Agora, precisamos difundir essa tecnologia para todo o Brasil, principalmente para o Nordeste”, diz o candidato da Coligação MAIS TRABALHO POR TODA A BAHIA.

Candidato ao Senado ao lado do ex-governador Jaques Wagner, Angelo Coronel diz que outra boa experiência que irá apoiar na Câmara Alta do país é a das cooperativas, lembrando o exemplo da Coopercuc, na região de Uauá, no semiárido baiano. “Há mais de uma década, a Coopercuc trabalha com mulheres do semiárido, em Canudos, Uauá e Curaçá, na colheita do umbu, maracujá e goiaba, produzindo doces, sucos e geleias. São as frutas nativas da caatinga gerando emprego e renda para milhares de pessoas. O umbuzeiro, que tem como principal característica o armazenamento de água, pode sobreviver nos longos períodos de seca. Precisamos investir mais em pesquisa e desenvolvimento para que o umbu seja disseminado por todo o Nordeste”, aposta Angelo Coronel.

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