novembro 17, 2018

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Seis meses depois, polícia do RJ não tem respostas sobre caso Marielle

Seis meses depois, polícia do RJ não tem respostas sobre caso Marielle

Passados seis meses do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, a Polícia Civil do Rio de Janeiro ainda não tem respostas sobre o crime. 

Um dos motivos é a redução do efetivo que atua no caso. Em comparação com os primeiros dias de investigação, a Divisão de Homicídios tem uma quantidade menor de policiais envolvidos na apuração. De acordo com o G1, o número, que era de 30 agentes, chegou a ser reduzido a dez. Há 14 dias, a equipe foi reforçada e passou a contar com 20 investigadores. 

Além do efetivo reduzido, outro fator que leva à demora nas investigações é a análise de, no mínimo, 40 mil páginas de dados de celulares. São mensagens de texto e voz trocadas na região onde o crime aconteceu. A Polícia Civil realiza um cruzamento de informações para saber se os telefones aparecem em outros locais da cidade no dia do assassinato. Segundo agentes, a grande quantidade de mensagens de texto dificulta a apuração.

Desde o dia do crime até ontem (13), o disque-denúncia recebeu 190 chamados sobre o caso, mas nenhum deles indicou a existência de provas.

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